
Fúria e Folia
Barão Vermelho
Reflexão sobre liberdade e caos em “Fúria e Folia”
Em “Fúria e Folia”, do Barão Vermelho, a repetição de “me chamo vento” logo no início da música destaca uma identidade livre e passageira, sugerindo desapego e fluidez diante do caos. O verso “Passeando pela cidade destruída / bombas foram lançadas e tudo reduzido a pó” traz imagens de destruição que podem ser interpretadas tanto como um cenário literal quanto como metáfora para crises pessoais ou sociais. Esse clima de ruína e inquietação se conecta ao contexto do álbum “Supermercados da Vida” e à fase mais roqueira da banda, marcada por uma busca intensa por sentido em meio à desordem.
A frase “Viver é fúria e folia, rumo ao mágico” resume o espírito da canção, ressaltando a intensidade e a imprevisibilidade da vida. A letra alterna entre momentos de solidão — “Sou solidão a dançar com a língua no formigueiro” — e a liberdade de quem rejeita rotinas, como em “Nada sei apenas vivo a parambular”. O questionamento “Quem quer comprar o jornal de ontem com notícias de anteontem?” reforça a ideia de que o passado perde valor diante da urgência do presente. Assim, “Fúria e Folia” propõe uma reflexão sobre a efemeridade da existência, a busca por liberdade e a necessidade de encontrar sentido mesmo em meio ao caos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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