
Barbaridade
Barrerito
Tradição e orgulho gaúcho em “Barbaridade” de Barrerito
Em “Barbaridade”, Barrerito utiliza a expressão “mas que barbaridade, tchê” para destacar o regionalismo gaúcho e expressar admiração pela intensidade das festas e tradições do sul do Brasil. A palavra “barbaridade” é uma interjeição típica do Rio Grande do Sul, usada para demonstrar surpresa ou entusiasmo, e na música funciona como um grito de celebração diante da alegria do fandango, das danças ao redor da fogueira e do som marcante da gaita de ponto. A letra valoriza elementos culturais como o xote, a vanera, o churrasco e o chimarrão, símbolos fortes da identidade gaúcha, mostrando orgulho das raízes e do modo de viver da região.
A música também aborda sentimentos de saudade e amor, especialmente no refrão: “Só quem tem amor é que sente saudade”. Esse trecho sugere que a ligação com a terra, as pessoas e as tradições é tão profunda que, quando se está longe, a saudade é inevitável. O verso “Não me estico quando a cama é curta / Não me entrego nem que caia as calças” traz um tom descontraído e bem-humorado, reforçando a ideia de resistência e autenticidade do gaúcho, alguém que não se rende facilmente e mantém sua dignidade em qualquer situação. Barrerito, conhecido por valorizar as raízes culturais e superar adversidades, imprime na música um sentimento de pertencimento e celebração da vida simples, mas cheia de significado, do sul do Brasil.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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