Moda do Galo
Barreto e Barroso
Humor e exagero rural em "Moda do Galo" de Barreto e Barroso
"Moda do Galo", gravada por Barreto e Barroso em 1961, se destaca por transformar uma sequência de desventuras de um galo em uma narrativa cômica, típica do humor rural brasileiro. A letra apresenta, de forma exagerada, os infortúnios do animal: ele quebra o bico, fura os olhos, rasga as orelhas, quebra asas e pernas, até não restar nada funcionando. Essa repetição crescente não só diverte, mas também remete à tradição das canções folclóricas acumulativas, em que o exagero serve para entreter e provocar risos.
O contexto da dupla, conhecida por seu repertório bem-humorado, reforça o tom leve da música. Apesar da simplicidade, a letra funciona como uma sátira das adversidades do cotidiano, mostrando que, diante de tantos problemas, o melhor é rir da situação. O desfecho, quando "as galinha parou de botar", encerra a história com ironia, sugerindo que o caos do galo afetou até a rotina das galinhas, ampliando o efeito cômico e absurdo da narrativa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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