
No Angels
Bastille
Empoderamento e crítica em "No Angels" do Bastille
Em "No Angels", Bastille faz uma releitura criativa ao unir "No Scrubs" do TLC com "Angels" do The xx, trazendo uma abordagem direta sobre autovalorização e relacionamentos. A música destaca a recusa em aceitar investidas de pessoas sem ambição ou maturidade emocional, usando o termo "scrub" para descrever homens que tentam impressionar, mas não têm nada concreto a oferecer. Isso fica claro no verso repetido: “hangin' out the passenger side of his best friend's ride / trying to holla at me” (pendurado no banco do passageiro do carro do melhor amigo / tentando me chamar). Essa postura reforça o empoderamento e a autoestima, deixando evidente que não há espaço para relações superficiais ou dependentes.
Um detalhe interessante é que a versão original da música incluía trechos do filme "Psicose", o que adicionava uma camada psicológica à narrativa. As falas sobre "traps" (armadilhas) e a relação com a mãe remetem ao personagem Norman Bates, sugerindo que certos comportamentos, como viver com a mãe ou evitar responsabilidades, são armadilhas emocionais difíceis de superar. Ao juntar essas referências, Bastille e Ella Eyre ampliam o significado da música: além de rejeitar os "scrubs", questionam as origens desses comportamentos, apontando para questões mais profundas de dependência e falta de autonomia. O resultado é uma crítica bem-humorada, mas incisiva, sobre maturidade e autossuficiência nos relacionamentos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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