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Born To Die

Bathory

Rejeição de rótulos e mortalidade em "Born To Die"

Em "Born To Die", Bathory faz uma crítica direta à imposição de rótulos religiosos e sociais. Isso fica evidente em versos como “I am not of Jesus Christ I'm not” (“Eu não sou de Jesus Cristo, não sou”) e “I am not a satanic child I'm not” (“Eu não sou uma criança satânica, não sou”), onde o eu lírico rejeita tanto o cristianismo quanto o satanismo. A música deixa claro que o indivíduo não se encaixa em categorias pré-definidas, recusando qualquer identidade imposta pela sociedade. Esse posicionamento é reforçado pelo contexto histórico da banda, conhecida por desafiar normas e questionar valores tradicionais.

A letra também aborda a transitoriedade da vida e a inevitabilidade da morte, como em “we're all born to die” (“todos nós nascemos para morrer”). Ao se descrever como “just a human being” (“apenas um ser humano”) e “a eat-sleep-fucking-machine” (“uma máquina de comer, dormir e transar”), o eu lírico reduz a existência humana ao essencial, sem idealizações. A canção critica símbolos, política, moda e religião, tratando-os como construções superficiais que não mudam o destino comum de todos. O tom direto e desiludido reforça a mensagem de que buscar sentido em rótulos ou dogmas é inútil, já que todos compartilham a mesma condição efêmera diante da morte.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.

Enviada por Ismene e traduzida por Ana. Revisões por 2 pessoas. Viu algum erro? Envie uma revisão.



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