
Double Dare
Bauhaus
Provocação e autenticidade em "Double Dare" do Bauhaus
"Double Dare", do Bauhaus, se destaca por transformar o desejo de autenticidade em um desafio direto ao ouvinte. O verso “I dare you to be real” (Eu desafio você a ser real) vai além de um simples convite: é uma provocação para que cada um confronte seus próprios medos e se exponha, mesmo que isso traga desconforto ou dor, como sugerem os trechos “To touch a flickering flame” (Tocar uma chama tremeluzente) e “The pangs of dark delight” (As dores do prazer sombrio). A letra explora imagens de coragem e enfrentamento, reforçadas pelo instrumental intenso e pela interpretação crua de Peter Murphy, que aumentam a sensação de urgência e rebeldia.
O trecho “I dare you to speak of your despise for bureaucracy, I know it's lies” (Eu desafio você a falar do seu desprezo pela burocracia, eu sei que é mentira) mostra o desprezo da banda por sistemas institucionais opressivos, um tema comum no pós-punk e no rock gótico. Quando a música afirma “In a void they stare, they never dare to dare” (No vazio eles encaram, nunca ousam desafiar), critica quem se conforma e não questiona o status quo. Assim, "Double Dare" funciona como um manifesto do Bauhaus, estabelecendo o tom provocativo do álbum e incentivando o ouvinte a romper com a apatia e buscar a autoexpressão sem medo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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