
Hollow Hills
Bauhaus
Mistério e perigo sobrenatural em “Hollow Hills” do Bauhaus
Em “Hollow Hills”, o Bauhaus explora o fascínio e o temor em torno de lugares considerados sagrados e misteriosos na tradição celta. A referência direta a Oberon, rei das fadas, indica que a música vai além de descrever paisagens físicas: ela fala de territórios marcados por significados sobrenaturais e ancestrais. Termos como “ancient earthwork, fort and barrow” (antiga terraplenagem, fortaleza e túmulo) e o aviso para não invadir esses locais, especialmente durante o solstício de inverno (“yuletide”), reforçam a ideia de que as colinas ocas são portais para o desconhecido, guardando segredos e entidades perigosas.
A letra cria uma atmosfera de ameaça e respeito diante do sagrado, sugerindo que violar esses espaços pode trazer “ill luck, disaster” (má sorte, desastre) e até mesmo morte e decomposição (“fear of death, in fear of rot” – medo da morte, medo da decomposição). A repetição de “hollow hills” funciona como um mantra sombrio, destacando o vazio e o mistério desses lugares. Ao mencionar “witches too, and goblin too and speckled sills” (bruxas também, duendes também e peitoris manchados), a música amplia o leque de seres míticos presentes, tornando o ambiente ainda mais inquietante. O lamento final, “so sad, love lies there still” (tão triste, o amor permanece ali imóvel), sugere que até sentimentos humanos, como o amor, acabam perdidos ou corrompidos nesses territórios proibidos, reforçando o tom de advertência e melancolia que permeia toda a canção.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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