
Beatriz
Bea Duarte
Reflexões sobre identidade e liberdade em “Beatriz”
A música “Beatriz”, de Bea Duarte, mergulha na construção de uma personagem enigmática, que pode ser tanto uma pessoa real quanto uma representação simbólica da busca por identidade e liberdade. A letra questiona constantemente quem é essa figura, alternando entre descrições como “moça”, “triste”, “pintura” e “atriz”, e perguntando se sua vida é feita de “louça”, “éter”, “loucura” ou “cenário”. Essa multiplicidade de possibilidades reflete as diferentes máscaras e papéis que as pessoas assumem, especialmente em ambientes de exposição pública, algo que dialoga com a trajetória de Bea como artista e influenciadora digital.
A canção utiliza imagens delicadas e quase surreais, como “dança no sétimo céu” e “paredes são feitas de giz”, para criar um ambiente onde realidade e fantasia se misturam. O desejo de “entrar na sua vida” revela a vontade de compreender e compartilhar a intimidade dessa figura misteriosa, mas também reconhece a vulnerabilidade envolvida nesse processo. Trechos como “Para sempre é sempre por um triz” e “Diz se é perigoso a gente ser feliz” destacam a incerteza e o risco presentes na busca pela felicidade e realização pessoal. Assim, “Beatriz” convida o ouvinte a refletir sobre a complexidade do ser, a coragem de se mostrar verdadeiro e a beleza de buscar a felicidade, mesmo diante do medo e da dúvida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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