
Crescer
Bea Duarte
Reflexões sobre amadurecimento e pertencimento em “crescer”
Em “crescer”, Bea Duarte explora as contradições do amadurecimento, contrapondo o desejo de se tornar adulto com a percepção de que a vida adulta é marcada por desafios e inseguranças. A artista utiliza um tom leve e introspectivo para abordar sentimentos comuns do crescimento, como mostra o trecho “Eu em breve vou crescer / E não faz mal se por agora eu não pertencer”. Aqui, Bea sugere que o desconforto de não se encaixar faz parte do processo de amadurecimento, normalizando as dúvidas e incertezas dessa fase.
A letra alterna entre situações de rejeição e tentativas de conexão, como em “Tá entendi que você não gosta de mim / Mas cê nem me conhece então tipo assim”, e momentos de autodepreciação irônica, exemplificados em “Eu sou adulta / Não vou me misturar com essa conduta”. O refrão reforça que crescer não elimina as inseguranças, e a transição de “Eu vou crescer” para “Eu vou morrer” amplia a reflexão para a efemeridade da vida e a busca por sentido. O verso final, “E o palhaço do circo / Sou só eu de mão em mão”, resume a sensação de deslocamento e exposição ao julgamento dos outros, como alguém que tenta agradar, mas não se sente parte do grupo. Mesmo sem um contexto específico, a canção reflete o estilo de Bea Duarte ao tratar temas existenciais com sensibilidade, humor e ironia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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