
Culpa
Bea Duarte
Libertação e autenticidade em "Culpa" de Bea Duarte
Em "Culpa", Bea Duarte aborda a rejeição da culpa e do medo impostos por outras pessoas, especialmente por meio de expectativas sociais e religiosas. A artista transforma esses sentimentos negativos em força para buscar sua autenticidade. Quando canta “Sua culpa não encaixa mais em mim / O seu medo não funciona mais em mim”, Bea deixa claro que rompeu com padrões que tentavam controlar seu comportamento, criticando a distorção de ensinamentos religiosos usados para justificar o preconceito.
O verso “Eu larguei esse conceito agora enfim / Eu vivo o paraíso” mostra que a verdadeira liberdade surge ao abandonar a necessidade de aprovação externa e seguir o próprio caminho. A repetição de “Por tantas vezes eu me ajoelhei / Pensando / Por que eu não posso ser como você?” revela o sofrimento causado pela pressão para se encaixar, mas também marca o momento em que a artista percebe que ser "normal" seria "tão banal" e incompatível com sua essência. Ao mencionar o "livre arbítrio" e a escolha de fazer o bem por vontade própria, mesmo diante da ameaça de "ir pro inferno", Bea reforça a crítica à manipulação religiosa e à imposição de padrões morais. Assim, a música celebra a autoaceitação e a coragem de viver de acordo com a própria verdade, mesmo diante de julgamentos e do risco de rejeição.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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