
Dell'arte (Extended)
Bea Duarte
Orgulho e reinvenção artística em “Dell'arte (Extended)”
Em “Dell'arte (Extended)”, Bea Duarte utiliza versos em italiano, como “Caro mio, non mi scuso, sono dell'arte, vivo per lei” (Querido meu, não me desculpo, sou da arte, vivo por ela), para destacar sua ligação com a Commedia dell'arte, o teatro popular italiano do século XVI. Essa escolha reforça uma postura de orgulho e entrega total à arte, sem arrependimentos. A artista constrói uma persona teatral que assume diferentes papéis, mostrando a dualidade entre vulnerabilidade e força ao ser, ao mesmo tempo, protagonista e antagonista de sua própria história.
A letra aborda temas de transformação e autodefesa, como em “Eu sou a Bruxa agora, mas cê fez por merecer” e “Visto minha farsa, te apresento a minha graça”. Esses trechos sugerem que Bea Duarte se reinventa diante das dificuldades, adotando máscaras e papéis variados, assim como os personagens típicos da Commedia dell'arte. O tom confiante aparece em versos como “Eu sempre faço pagar, aqui nada é de graça”, reforçando que a dedicação à arte justifica escolhas difíceis. A repetição de “Non mi scuso” (não me desculpo) destaca a recusa em pedir perdão por viver sua verdade artística, mesmo que isso traga dor ou rupturas. Assim, a música se apresenta como um manifesto de identidade, onde a arte é tanto proteção quanto arma, e a vida se mistura com a performance do palco.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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