
Mulheres Que Correm
Bea Duarte
Autenticidade e liberdade feminina em “Mulheres Que Correm”
Em “Mulheres Que Correm”, Bea Duarte utiliza referências marcantes como Lilith e o arquétipo da Mulher Selvagem, inspirado no livro "Mulheres que Correm com os Lobos", para propor uma reconexão com uma essência feminina ancestral e livre. Ao dizer “Filha de lilith, eu aceito a minha lombra / Eu não sou mulher alfa / Mas corro com meus lobos”, a artista se apropria de símbolos de rebeldia e autonomia, rejeitando tanto o papel de submissão quanto a obrigação de se encaixar em novos padrões de liderança. Bea sugere que a verdadeira liberdade feminina está em ser autêntica, sem seguir modelos impostos, sejam eles tradicionais ou modernos.
A letra também evidencia a pressão social para que mulheres sejam sempre agradáveis e silenciosas, como nos versos “Nunca levantar a voz / Sempre lembre de sorrir”. A música questiona o sentido da existência quando se é privada de voz e pensamento próprio, e o refrão “Eu vou com as mulheres que correm” funciona como um chamado coletivo à resistência, à sororidade e à busca por autonomia. O trecho “Eu não sou perfeita, mas eu sei que algo eu sou” reforça a importância da autoaceitação e da construção de uma identidade feminina livre de padrões de perfeição. Dessa forma, a canção incentiva a superação das expectativas impostas e valoriza a afirmação da identidade e da liberdade de ser mulher.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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