
That Bitch
Bea Miller
Empoderamento e crítica social em “That Bitch” de Bea Miller
Em “That Bitch”, Bea Miller utiliza linguagem direta e provocativa para denunciar o duplo padrão de gênero presente na sociedade. A artista transforma o insulto “bitch” em símbolo de resistência, assumindo o termo como resposta à hipocrisia social. No refrão, ela canta: “Society is suckin' on your dick / And since I got a pussy, I'm a bitch” (A sociedade está chupando o seu pau / E como eu tenho uma vagina, eu sou uma vadia), resumindo a crítica à forma como homens são elogiados por atitudes assertivas, enquanto mulheres são desvalorizadas e rotuladas negativamente pelo mesmo comportamento. Miller escreveu a música como um protesto direto contra essas desigualdades, usando sarcasmo e confronto para expor o absurdo dos padrões impostos às mulheres.
A letra também aborda situações cotidianas de machismo, como no trecho: “Men can cheat, women can't / Then he proceeded to ask me out on a date / And I fuckin' laughed” (Homens podem trair, mulheres não podem / Então ele continuou e me chamou para sair / E eu dei risada). Aqui, Miller ironiza a permissividade masculina e a cobrança moral sobre as mulheres. Ao repetir “If I have to be, I'ma be that bitch” (Se eu tiver que ser, vou ser essa vadia), ela desafia quem a julga e reivindica o direito de ser autêntica, mesmo que isso signifique ser malvista. O uso de palavras fortes é uma escolha consciente para chocar e provocar reflexão sobre o sexismo enraizado nas relações sociais e na linguagem do dia a dia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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