Aldeia da Roupa Branca
Beatriz Costa
Tradição e união no cotidiano em “Aldeia da Roupa Branca”
“Aldeia da Roupa Branca”, interpretada por Beatriz Costa, destaca o cotidiano das lavadeiras portuguesas, transformando o trabalho árduo em uma celebração da pureza, união e tradição rural. A letra traz imagens como “Roupa no monte a corar” e “Vê lá bem tão branca e leve / Dá ideia a quem olhar / Vê lá bem que caiu neve”, associando a roupa lavada à neve para reforçar a ideia de limpeza, inocência e beleza natural. O contexto do filme, em que Beatriz Costa vive Gracinda, uma lavadeira da Malveira, aprofunda esse retrato nostálgico e afetuoso da vida simples, onde o trabalho coletivo das mulheres é fundamental para a aldeia e o sustento das famílias.
A música também destaca a rotina e o valor sentimental dos objetos lavados, como em “três corpetes, um avental, sete fronhas e um lençol”, mostrando a importância dos detalhes no dia a dia da aldeia. A metáfora “monte um pombal / Vê lá bem que pombas brancas” cria uma atmosfera de paz e harmonia, enquanto “Um lençol de pano cru / Vê lá bem tão lavadinho / Dormimos nele, eu e tu / Vê lá bem, ficou de linho” sugere que o cuidado transforma o simples em algo especial. Assim, a canção valoriza a dignidade e a alegria presentes nas tarefas humildes, exaltando a tradição, a coletividade e a beleza do cotidiano rural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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