
Samba-Enredo 1979 - O Paraíso da Loucura
G.R.E.S. Beija-Flor de Nilópolis (RJ)
Carnaval como refúgio em “Samba-Enredo 1979 - O Paraíso da Loucura”
"Samba-Enredo 1979 - O Paraíso da Loucura", da G.R.E.S. Beija-Flor de Nilópolis, apresenta o carnaval como um espaço de libertação e fantasia, rompendo com a rotina opressora do cotidiano. A letra incentiva o público a deixar de lado as preocupações diárias, como em “Esqueçam os problemas da vida / O trem, o dinheiro e a bronca do patrão”, e mergulhar em um universo onde a imaginação é o passaporte para um paraíso de prazeres e possibilidades. Essa proposta dialoga diretamente com o enredo criado por Joãosinho Trinta, que via o carnaval como uma oportunidade de renovação e fuga das pressões sociais.
A menção ao “Jardim das Delícias” faz referência à famosa obra de Hieronymus Bosch, reforçando a ideia de um lugar imaginário onde tudo é permitido e a criatividade floresce. A letra valoriza o sonho e a fantasia como formas de libertação, sugerindo que, durante o carnaval, todos podem se reinventar: “Joguem fora a roupa do dia a dia / E tomem banhos no chuveiro da ilusão”. O samba também exalta a beleza da natureza, a infância e o amor, como em “Hoje sou livre / Sou criança Beija-Flor / Amante da beleza / Sou um ser espacial / Brindando a vitória do amor”. Dessa forma, o samba-enredo propõe uma experiência coletiva de transformação, onde alegria e criatividade são celebradas como resistência e esperança.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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