
Samba-Enredo 1977 - Vovó e o Rei da Saturnália Na Corte Egipciana
G.R.E.S. Beija-Flor de Nilópolis (RJ)
Tradição e memória no samba-enredo “Samba-Enredo 1977 - Vovó e o Rei da Saturnália Na Corte Egipciana”
O samba-enredo “Samba-Enredo 1977 - Vovó e o Rei da Saturnália Na Corte Egipciana”, da G.R.E.S. Beija-Flor de Nilópolis (RJ), faz uma ponte entre o passado e o presente do carnaval brasileiro, usando a figura da vovó como símbolo da memória afetiva e da tradição. Logo no início, versos como “Caiu dos olhos da vovó / Uma lágrima sentida / Lembrando imagens de criança / Do velho tempo que passou” estabelecem um tom nostálgico, mas também celebram a continuidade da festa, agora vivida de novas formas, como pelas cores da televisão.
O enredo do samba, inspirado no desfile de 1977, resgata as origens do carnaval ao citar festas do Egito Antigo, bacanais gregos, a Saturnália romana, o entrudo, o baile de Veneza e as primeiras sociedades carnavalescas brasileiras. Ao mencionar “um rei / Num belo carro naval / Alegrando a saturnália / Inventando o carnaval”, a música associa a figura do Rei da Saturnália à criação do carnaval, mostrando como a festa evoluiu sem perder seu espírito de celebração coletiva. O refrão “Mas a vitória da folia ficou / No encanto do meu povo / Que brinca / Sambando quando samba a Beija-Flor” reforça o papel do samba-enredo como guardião da memória e da alegria popular, celebrando a tradição e a capacidade do povo de transformar lembranças em festa viva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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