
Saudade de Minha Terra
Belmonte e Amaraí
Nostalgia e pertencimento em "Saudade de Minha Terra"
"Saudade de Minha Terra", de Belmonte e Amaraí, retrata de forma direta e sensível o sentimento de quem deixou o campo em busca de uma vida melhor na cidade, mas acabou enfrentando solidão e arrependimento. A música se tornou um símbolo do êxodo rural dos anos 1960, período em que muitos brasileiros migraram para os centros urbanos. A letra destaca detalhes do ambiente rural, como "o gado berrando, sabiá cantando no jequitibá" e "o regato que corta as campina", reforçando a ligação afetiva com a terra natal e o contraste com a vida urbana, onde a felicidade parece distante: "De que me adianta viver na cidade se a felicidade não me acompanhar?".
O tom simples e direto, característico da música sertaneja tradicional, intensifica a sinceridade do lamento e do arrependimento, como no verso "vivo arrependido por ter te deixado". O choque cultural é evidenciado na relação com a "morena", que "não sabe o sistema que eu fui criado", mostrando as dificuldades de adaptação à nova realidade. A esperança de retorno aparece na fé e no apego à família, especialmente no trecho "pra minha mãezinha já telegrafei". Assim, a canção celebra a memória do campo como um espaço de pertencimento e felicidade, tornando-se um hino para todos que sentem saudade de suas origens.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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