
Proteção Às Borboletas
Benito Di Paula
Liberdade e empatia em “Proteção Às Borboletas” de Benito Di Paula
Em “Proteção Às Borboletas”, Benito Di Paula utiliza a imagem da borboleta para criticar a prática de aprisionar seres vivos, como era comum em quadros de borboletas emolduradas, algo que o incomodava pessoalmente. Ao dizer “Eu sou como a borboleta, tudo o que eu penso é liberdade”, o artista expressa seu desejo de liberdade e denuncia qualquer forma de opressão, seja contra a natureza ou contra as pessoas. Essa mensagem ganhou ainda mais relevância quando a música foi adotada como hino de resistência durante a ditadura militar no Chile, tornando-se símbolo de luta contra regimes autoritários e reforçando o apelo universal pela liberdade.
A letra também ressalta a fragilidade e a necessidade de proteção, tanto das borboletas quanto das pessoas: “Minhas asas, minhas armas, não servem para me defender”. Benito mostra que a beleza e delicadeza da natureza não garantem sua sobrevivência diante das ameaças humanas, pedindo empatia e responsabilidade coletiva: “As cores da natureza pedem ajuda pra eu sobreviver”. Ao afirmar “Quando eu voar me proteja, sou parte da sua vida”, ele destaca a interdependência entre o ser humano e o meio ambiente, sugerindo que proteger a natureza é também proteger a si mesmo. Assim, a música vai além de um apelo ecológico, tornando-se um manifesto pela liberdade, respeito e preservação da vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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