
É Disto Que o Velho Gosta
Berenice Azambuja
Tradição e alegria gaúcha em “É Disto Que o Velho Gosta”
“É Disto Que o Velho Gosta”, de Berenice Azambuja, retrata de forma leve e bem-humorada o cotidiano e os valores do povo gaúcho. Inspirada em uma fala do pai da artista sobre sua preferência por uma caipira, a música transforma elementos simples como churrasco, chimarrão, fandango, trago e mulher em símbolos de identidade e orgulho regional. O refrão destaca esses prazeres não apenas como gostos pessoais, mas como tradições passadas de geração em geração, reforçando a continuidade dos costumes do Rio Grande do Sul.
A letra valoriza a simplicidade da vida campeira e o aprendizado familiar, como fica claro no verso “meu pai era um gaúcho que nunca conheceu luxo, mas viveu folgado enfim”. Aqui, a felicidade está nas coisas simples, sem ostentação. O ciclo de transmissão cultural é reforçado quando a narradora afirma: “E se ele me perguntar do que se deve gostar, como meu pai vou dizer”. Assim, a canção se consolida como um hino à tradição, à alegria de viver e ao orgulho de ser gaúcho, explicando seu sucesso e identificação popular.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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