CRATERA (part. Shao Kane e Jehu)
Berith
Força e resistência no rap em “CRATERA (part. Shao Kane e Jehu)”
Em “CRATERA (part. Shao Kane e Jehu)”, Berith constrói uma narrativa marcada por irreverência e domínio, evidenciada na referência a Mike Baguncinha, figura conhecida do funk carioca. Ao afirmar que "confirma o kill" no rap, Berith se coloca como alguém que elimina a concorrência com facilidade e estilo próprio. O verso “Que é com a faca mais cega que a visão do bach / Que eu corto a carne marco a maldição” mistura a brutalidade do cotidiano do rap com a sofisticação da música clássica, usando Bach como símbolo de uma visão limitada diante da realidade crua. Essa fusão mostra que o rap de Berith é tanto arte quanto sobrevivência, com uma lírica afiada mesmo quando os recursos são improvisados.
O nome Berith, que remete a pactos e alianças na tradição bíblica, reforça a imagem de poder e transgressão, especialmente quando ele se autodenomina “demonio antigo rei da perdição”. Isso sugere que sua presença no rap é quase uma maldição para os rivais, alguém que carrega uma linhagem obscura e inevitável. A letra traz imagens de violência e desafio, como “ocultando cadáver de quem quer dizer o que fazer ou não” e “facão enferrujado meu melhor parceiro”, expressando a luta constante por respeito e espaço. Ao final, a música transmite uma sensação de desilusão e dureza, onde a vida é “pura aflição” e a sobrevivência depende do controle sobre impulsos destrutivos, tornando “CRATERA” um manifesto de força, resistência e identidade no rap.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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