K2 (part. JEHU e SHAO KANE)
Berith
Reflexão sobre vazio e resistência em “K2 (part. JEHU e SHAO KANE)”
Em “K2 (part. JEHU e SHAO KANE)”, Berith constrói uma atmosfera de esgotamento e isolamento, usando imagens fortes como “abutre comendo tutano do osso” para mostrar que até o essencial já foi consumido, seja por pressões externas ou conflitos internos. O cenário das “planícies do pampa congelado” e o frio constante, como em “geada cai do alto e pinta a vidraça”, reforçam a sensação de solidão e a luta diária para sobreviver em um ambiente hostil, tanto no mundo externo quanto nas emoções do eu-lírico.
A letra aborda a busca por sentido e a dificuldade de se sentir completo, como em “já quebrei o tempo buscando um sentido / porque nada disso me faz sentir inteiro”. O tom introspectivo revela uma percepção de que a vida era mais bela no início, mas se transformou em um ciclo de tentativas frustradas de recomeço. O verso “um dia tu é caça e no mesmo é almoço” destaca a vulnerabilidade e a imprevisibilidade da existência. Referências ao “esgoto a céu aberto” e à dúvida sobre o que é real ou ilusório apontam para um ambiente degradado e para a incerteza em relação à própria realidade. No final, ao afirmar “a vida começa e morre, vaidade / não resta uma questão”, a música sugere uma aceitação amarga da efemeridade e da futilidade dos esforços humanos diante do fim inevitável.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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