
A Gíria de Piúma
Berola
Expressões e memórias locais em “A Gíria de Piúma”
A música “A Gíria de Piúma”, de Berola, retrata de forma leve e nostálgica o universo das gírias e costumes típicos de Piúma, cidade do Espírito Santo. Berola utiliza expressões locais como “tru”, “du gás”, “cavalão” e “museu” para criar uma identidade própria e destacar a diferença entre quem é da região e quem é de fora, reforçando o sentimento de pertencimento. O verso “A gíria de Piúma que você não conheceu” já indica essa exclusividade cultural, enquanto frases como “beiço de salame poca quando toma uma” mostram o humor e a espontaneidade do cotidiano, com “poca” significando exagerar ou estourar, e “beiço de salame” sendo uma brincadeira sobre quem faz bico ou fica emburrado ao beber.
A letra traz lembranças afetivas e cenas do dia a dia em Piúma, como pescarias, jogos de futebol na praia, convivência entre amigos e festas locais. Referências como “armava arapuca na mata”, “ia com a maré seca no porto da vaca” e “pescava até de baleeira” resgatam práticas tradicionais e o contato com a natureza, enquanto “pegava água de cacimba” e “um fecho de lenha na cabeça eu trazia” remetem a um tempo mais simples e comunitário. O uso das gírias, além de divertir, serve como ferramenta de preservação cultural e educativa, sendo a música até utilizada em escolas para ensinar sobre a história local. Assim, Berola transforma a linguagem cotidiana em uma celebração da memória coletiva, transmitindo orgulho e saudade de um tempo marcado pela autenticidade e pelo calor humano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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