
Mistura de Cor
Beto Barbosa
Celebração da ancestralidade em “Mistura de Cor” de Beto Barbosa
Em “Mistura de Cor”, Beto Barbosa destaca a influência das culturas afrodescendentes na formação da identidade brasileira. Ao citar “África, Jamaica e Paramaribo”, o artista evidencia a conexão entre diferentes regiões que contribuíram para a diversidade cultural do Brasil. Esses lugares representam raízes africanas e caribenhas, reforçando como a música brasileira é resultado de uma mistura de tradições e histórias.
O verso “capoeira, toca no bator e bate no tambor” ressalta elementos marcantes da cultura africana, como a capoeira e a percussão, símbolos de resistência, liberdade e celebração da ancestralidade negra. A canção adota um tom festivo para exaltar a coragem dos povos afrodescendentes, especialmente em “Raça valente, coragem / O neguinho que se libertou”, homenageando a luta histórica pela liberdade e a transformação do sofrimento em expressão cultural. O convite à dança, presente em “Dança nego! Dança neguinho de são salvador”, reforça o orgulho e a alegria pela mistura de cores e culturas, mostrando que essa diversidade é motivo de celebração. Assim, “Mistura de Cor” se apresenta como um manifesto de valorização da herança afro-brasileira, usando a música para unir diferentes povos e tradições.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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