
Canário Polivalente
Beto Barbosa
O humor e a criatividade em “Canário Polivalente” de Beto Barbosa
Em “Canário Polivalente”, Beto Barbosa utiliza a figura de um canário chamado Marieta, que toca piano e clarinete, para criar uma narrativa divertida e cheia de imaginação. O tom lúdico da música se destaca desde o início, com a escolha de um pássaro que possui habilidades incomuns, reforçando a tradição do artista de contar histórias bem-humoradas. O canário é descrito como “danado”, “teimoso” e “polivalente”, características que vão além do literal e funcionam como metáforas para pessoas versáteis, inteligentes e dispostas a enfrentar qualquer desafio, como mostra o verso “Topa qualquer parada é muito inteligente, bicho polivalente”.
A letra apresenta situações inusitadas, como o canário que “nem come e nem dorme, tocando clarinete”, e destaca a reação de personagens como dona Raimunda e seu João, criando o clima de uma pequena comunidade envolvida pelas aventuras do pássaro. O trecho “Gosta até no escuro, com ele vale tudo não tem medo de nada” sugere uma liberdade e ousadia que fogem ao comportamento esperado de um animal, ampliando o sentido da música para celebrar a coragem de ser diferente. No final, ao afirmar “por pouco muito pouco ele não se acabou”, a canção sugere que, mesmo diante das dificuldades, a criatividade e a resiliência são capazes de superar obstáculos, mantendo o tom leve e otimista típico de Beto Barbosa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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