
Souvenir
Beto Barbosa
Solidão e busca por sentido em "Souvenir" de Beto Barbosa
A música "Souvenir" de Beto Barbosa explora a sensação de estar sempre em movimento, mas sem encontrar um verdadeiro lar ou satisfação. O eu lírico se apresenta como um andarilho, alguém que percorre o mundo em busca de abrigo e afeto, como mostra o trecho: “Sou andarilho que caminha / Pelo mundo sem parar / Em busca de um abrigo e de uma mão / Para me afagar”. Essa passagem evidencia a solidão e o desejo de pertencimento, temas centrais da canção.
O termo "souvenir" simboliza as lembranças e experiências acumuladas ao longo da vida, que acabam sendo tudo o que resta ao personagem. No entanto, essas memórias têm um sabor agridoce, pois “só me deixa a desejar”, indicando que nem mesmo as recordações trazem plena satisfação. A referência ao “cheiro de jasmim” acrescenta um tom nostálgico e delicado, mostrando que, apesar de serem apenas lembranças, ainda carregam beleza e emoção. O verso “É dia que amanhece / E amanhã que florece / Deus que me guarde / Do futuro que antecede” revela uma preocupação com o futuro e um pedido de proteção diante das incertezas da vida.
Por fim, o questionamento “me diga logo que tipo de rei eu sou” pode ser visto como uma autocrítica ou ironia sobre o próprio valor e conquistas. Isso faz referência ao título de “Rei da Lambada” de Beto Barbosa, sugerindo que, apesar do reconhecimento, o personagem sente-se vazio e continua em busca de um significado mais profundo para sua trajetória.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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