
Belo Horror
Beto Guedes
A Dualidade Poética em 'Belo Horror' de Beto Guedes
A música 'Belo Horror' de Beto Guedes é uma obra rica em metáforas e simbolismos, refletindo a dualidade presente na vida e na natureza. O título da canção já sugere essa dualidade, combinando as palavras 'belo' e 'horror', que são aparentemente opostas. Essa contradição é explorada ao longo da letra, onde o artista menciona lugares como Belo Horizonte e Montes Claros, que podem ser interpretados tanto literal quanto metaforicamente.
Beto Guedes utiliza a geografia de Minas Gerais, seu estado natal, para criar um cenário que mistura elementos naturais e urbanos. 'Marcado pelo som que vem do mato' e 'Mato horizontes' são versos que evocam a conexão com a natureza e a busca por um equilíbrio entre o rural e o urbano. A expressão 'Fundo claros contra o medo' sugere uma luta interna, onde a clareza e a escuridão se confrontam, refletindo os medos e as esperanças do ser humano.
A busca pela autenticidade e a aceitação das imperfeições são temas centrais na música. Quando Beto Guedes canta 'Quero a palavra errada, Quero a hora certa de entortar', ele está expressando o desejo de viver de forma genuína, sem se prender às convenções sociais. A canção termina com uma imagem de um 'Céu sem dono, Mal começa a clarear', simbolizando um novo começo, cheio de possibilidades e incertezas. A música, portanto, é uma reflexão profunda sobre a vida, a natureza e a busca por autenticidade em meio às dualidades que nos cercam.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Beto Guedes e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: