
Pedras Rolando
Beto Guedes
Liberdade e afeto em "Pedras Rolando" de Beto Guedes
Em "Pedras Rolando", Beto Guedes explora a tensão entre liberdade e pertencimento. A imagem do "cão sem dono" e do "trem sem sono" sugere um personagem inquieto, sempre em movimento, mas que sente falta de um lugar ou de alguém com quem se conectar. Esse sentimento de busca encontra resposta no verso "ter você na palma da mão", que representa o encontro com alguém especial capaz de dar sentido à jornada.
A metáfora da "pedra de amolar" é central na música. Além de ser uma ferramenta que afia instrumentos, ela simboliza o papel de quem inspira e transforma o outro, mostrando que a relação é fonte de crescimento mútuo. A canção também destaca a importância da coletividade e do calor humano, como em "reunir a tribo" e "repartir viagens sob o sol", evocando união e celebração. Elementos como "lenha na fogueira" e "bucha do balão" reforçam o clima de aconchego e festividade, típicos das festas populares brasileiras. No final, a expressão "para sempre é o que tem de ser / na luz de sua clara presença" transmite esperança em uma conexão duradoura, iluminada pela presença do outro. Assim, Beto Guedes equilibra o desejo de liberdade com a valorização dos laços afetivos, usando imagens simples para falar de amor, pertencimento e transformação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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