
Zé Valente
Biá e Dino Franco
Liberdade e autenticidade em “Zé Valente” de Biá e Dino Franco
A música “Zé Valente”, de Biá e Dino Franco, retrata a vida de um homem que valoriza acima de tudo a liberdade e a independência. O personagem principal, Zé Valente, é descrito como alguém que rejeita qualquer tipo de amarra, seja no trabalho ou nos relacionamentos. Isso fica evidente em versos como “Eu nunca tive patrão / Não gosto de ser mandado”, que reforçam seu desejo de autonomia, e “Gosto de todas as mulheres / Mas não sou homem casado”, mostrando seu desapego e espírito livre nas questões amorosas. Essa postura reflete o estereótipo do sertanejo corajoso e autossuficiente, muito presente na cultura do interior do Brasil.
A canção também utiliza elementos típicos do universo rural, como o “rabo de tatu”, uma peça do laço usada para corrigir o que está errado. No trecho “Neste rabo de tatu / Eu endireito o que está errado”, o objeto simboliza a habilidade prática e a autossuficiência de Zé Valente, que prefere resolver tudo por conta própria. O respeito que ele conquista entre boiadeiros e caboclos é destacado na letra, evidenciando sua reputação de coragem e autenticidade, valores fundamentais na música sertaneja de raiz. Por fim, a expressão “o céu por telhado” resume o espírito livre do personagem, que faz do Brasil inteiro seu lar, sem se limitar a fronteiras ou obrigações.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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