
Solitude
Bia Marques
A autossuficiência e o brilho individual em “Solitude”
Em “Solitude”, Bia Marques utiliza a lua como metáfora para abordar a solidão sob uma perspectiva positiva e transformadora. Ao dizer “Apesar de tá sempre sozinha, ela brilha, qualquer um pode ver”, a artista desafia a visão tradicional de que estar só é algo negativo. Em vez disso, ela apresenta a solidão como uma fonte de luz própria e autossuficiência, mostrando que é possível encontrar plenitude e valor em si mesmo, mesmo sem a presença constante de outras pessoas.
O refrão e versos como “Tô cultivando meu brilho / E só trago comigo / Quem consegue ser o seu próprio abrigo” reforçam a ideia de maturidade emocional e autoconhecimento. Bia Marques destaca a importância de se bastar e de escolher relações baseadas no respeito à individualidade. A própria artista já afirmou que a canção celebra a parceria consigo mesma e o bem-estar na própria companhia, o que se reflete em trechos como “Não é mais um pesadelo / A solidão virou seu aconchego”. Assim, “Solitude” propõe enxergar a solidão como um espaço de conforto e amor-próprio, convidando o ouvinte a reconhecer seu próprio valor e a cultivar o brilho individual, independentemente da presença de outros.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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