
Cosmogony
Björk
Mitos e ciência sobre a criação em “Cosmogony” de Björk
Em “Cosmogony”, Björk explora a origem do universo ao unir mitos antigos e ciência moderna, mostrando como diferentes culturas e saberes buscam explicar o mistério da criação. A artista faz referência a lendas como a da raposa prateada, ligada a mitos nativos americanos, e ao “coal-black egg” (ovo negro), presente em tradições chinesas e aborígenes australianas. Essas citações ilustram como povos de diferentes partes do mundo criaram narrativas simbólicas para dar sentido ao surgimento do mundo.
A música também incorpora a teoria do Big Bang, especialmente nos versos: “Until a sudden bang / And then there was light, was sound / Was matter and it all became / The world we know” (“Até uma explosão repentina / E então houve luz, houve som / Houve matéria e tudo se tornou / O mundo que conhecemos”). Ao aproximar mitologia e ciência, Björk sugere que ambas são tentativas humanas de compreender o desconhecido. O refrão “Heaven, heaven’s bodies / Whirl around me / Make me wonder” (“Céu, corpos celestes / Giram ao meu redor / Me fazem questionar”) reforça o sentimento de admiração diante do cosmos. A combinação de arranjos solenes, com trompas e coros, intensifica essa atmosfera contemplativa. No final, ao afirmar “A dance eternal” (“Uma dança eterna”), Björk propõe que o valor está em celebrar o mistério e a beleza do universo, mais do que em buscar respostas definitivas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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