
Padrão É o Caralho
Black Pantera
Orgulho e resistência negra em “Padrão É o Caralho”
Em “Padrão É o Caralho”, Black Pantera faz uma crítica direta aos padrões estéticos e sociais que marginalizam pessoas negras. A banda inverte a expressão popular “a coisa tá feia/a coisa tá preta” para “a coisa tá linda/a coisa tá preta”, transformando um termo historicamente pejorativo em símbolo de orgulho e beleza negra. Essa reinterpretação desafia a ideia de que existe um único padrão de beleza ou valor, reforçando a importância da diversidade.
O refrão “Padrão é o caralho!” funciona como um grito de resistência, rejeitando qualquer tentativa de uniformizar corpos, comportamentos ou origens. A letra questiona quem tem o poder de decidir o que é feio ou bonito, como em “Quem decide o que é feio?”, e incentiva a autoaceitação: “Importante perceber / E também se aceitar / Ninguém é igual a ninguém”. Essas ideias se conectam à fala do baixista Chaene da Gama sobre a necessidade de questionar padrões impostos. Ao afirmar “Jesus não era branco / Não era ariano / A vida começou no continente africano”, a banda desconstrói mitos eurocêntricos e reafirma a ancestralidade africana como origem da humanidade. Assim, a música se torna um manifesto contra a padronização e a favor da valorização da identidade negra, usando uma linguagem direta para provocar reflexão e empoderamento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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