
Chatuba de Mesquita (1970) [explícita]
BLOW RECORDS
Provocação e identidade periférica em “Chatuba de Mesquita (1970) [explícita]”
“Chatuba de Mesquita (1970) [explícita]”, do BLOW RECORDS, chama atenção pelo uso direto de linguagem sexual e referências à cultura da periferia do Rio de Janeiro. Apesar do título mencionar 1970, a música foi lançada em 2025, o que sugere uma abordagem nostálgica ou irônica ao conectar o passado do bairro Chatuba com a estética ousada e contemporânea do grupo. Marcas como Redley e Nike Air aparecem na letra para reforçar o cenário urbano, jovem e ligado ao status, elementos importantes na construção da identidade retratada.
A letra exalta o grupo da Chatuba, destacando conquistas sexuais e atitudes transgressoras, como nos versos “Máquina de sexo / Eu transo igual a um animal” e “A Chatuba de Mesquita / Do bonde sexo anal”. Essas frases evidenciam o tom sexual explícito, mas também funcionam como autoafirmação e desafio às normas sociais, algo recorrente no funk carioca e em outros gêneros urbanos. O trecho “Chatuba come cu / E depois come xereca / Ranca cabaço / É o bonde dos careca” utiliza gírias e expressões populares para reforçar a imagem de virilidade e domínio sexual, misturando exagero e humor escrachado, marcas do estilo do grupo. Assim, a música se destaca por unir crítica social, irreverência e celebração da identidade periférica, tudo isso com uma sonoridade soul que dialoga com a tradição musical brasileira.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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