Ela é Rampeira
Bonde do Malandro
Empoderamento feminino e irreverência em “Ela é Rampeira”
“Ela é Rampeira”, do Bonde do Malandro, destaca-se por inverter papéis tradicionais de gênero e abordar, com humor e naturalidade, o estilo de vida da protagonista. O termo “rampeira”, normalmente usado de forma pejorativa, é ressignificado na música para valorizar a liberdade, ousadia e generosidade da mulher retratada. Um dos versos centrais, “banca todo mês a minha feira”, mostra que ela sustenta o parceiro financeiramente, subvertendo a ideia de dependência feminina e evidenciando sua autonomia e poder.
A letra utiliza expressões populares e referências culturais, como “na boquinha da garrafa”, que remete à dança sensual dos anos 90, e “formada em sacanagem, faz serviços gerais”, misturando humor e duplo sentido para ressaltar a irreverência da personagem. Mesmo sendo chamada de “a pior na boca do povo”, a protagonista é celebrada por sua autenticidade e por não se importar com julgamentos alheios. O tom descontraído reforça que, apesar das críticas, a “rampeira” é admirada por sua atitude, luxo e vontade de aproveitar a vida, sem deixar de demonstrar afeto e cuidado com quem está ao seu lado.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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