
Cantigas de "A Festa no Céu"
Braguinha
A esperteza do sapo em "Cantigas de 'A Festa no Céu'"
"Cantigas de 'A Festa no Céu'", de Braguinha, apresenta uma versão divertida e acessível de uma lenda popular brasileira. Na história, apenas animais que voam são convidados para uma festa no céu, como reforça o verso “Mas só vai bicho que voa, ô”. O sapo, mesmo não sendo convidado, usa sua esperteza para tentar participar escondido dentro do violão do urubu. Essa adaptação de Braguinha transforma a tartaruga da versão original em Mestre Sapo, aproximando a narrativa do universo infantil e musical, além de dar nomes aos personagens para facilitar a identificação das crianças.
A letra explora temas como transgressão e perdão. Quando o sapo é descoberto, os outros animais ameaçam jogá-lo “lá embaixo”, mas acabam perdoando-o “só pra ver no fim da festa como é que sapo voa”. Esse momento reforça o tom bem-humorado da canção e sugere uma reflexão sobre as consequências das escolhas e a curiosidade diante do desconhecido. Expressões como “sapo velho, jururu” e “bicho feio da lagoa” trazem um tom carinhoso e brincalhão, característico das composições de Braguinha, que sempre buscou valorizar o folclore brasileiro e torná-lo encantador para o público infantil.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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