
Mais Que Folclore
BRAZA
Crítica social e esperança em “Mais Que Folclore” do BRAZA
Em “Mais Que Folclore”, BRAZA utiliza personagens do folclore brasileiro para destacar problemas sociais reais e urgentes, como a fome e a desigualdade. Ao perguntar “o que dá mais medo que Lobisomem? A fome, a fome”, o grupo mostra que os verdadeiros desafios enfrentados pela população vão além das lendas, sendo a fome e a exclusão social os verdadeiros "monstros" do cotidiano. A letra faz um contraste direto entre figuras míticas, como Lobisomem, Cuca e Saci, e questões concretas, usando o folclore como metáfora para denunciar injustiças e manipulações, como em “A mão invisível eu nunca vi / Só Saci, Saci”, onde critica a ideia de forças econômicas invisíveis e destaca a descrença em soluções abstratas diante de problemas reais.
A música também faz críticas ao agronegócio e à bancada ruralista, mencionando personagens como Curupira e Caipora como protetores da natureza contra interesses predatórios: “Pro agronegócio é bom Curupira / Traíra, traíra / Bancada do boi eu chamo a Caipora / Devora, devora”. Além disso, BRAZA valoriza a diversidade cultural brasileira ao citar figuras como o Cacique, o caiçara, o quilombola, Besouro Mangangá, Carcará, Boto, Boitatá, Folia de Reis, Carnaval e São João. O refrão “Germinar o grão / E do sertão, nascer o mar” traz uma mensagem de esperança e transformação, sugerindo que, apesar das dificuldades, a força do povo e suas raízes culturais podem gerar renovação e prosperidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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