
Subindo Santa
BRAZA
Reflexões urbanas e existenciais em “Subindo Santa”
“Subindo Santa”, do BRAZA, vai além de um retrato da vida no Rio de Janeiro ao trazer referências ao Mahabharata, especialmente à relação entre Krishna e Arjuna. Essa conexão sugere que a música aborda dilemas existenciais e escolhas morais, comparando os desafios cotidianos do protagonista à crise enfrentada por Arjuna no campo de batalha. O título pode ser interpretado tanto como a subida literal ao bairro de Santa Teresa, conhecido por sua boemia e cultura, quanto como uma metáfora para a busca de superação e crescimento pessoal.
A letra mistura críticas sociais e observações sobre a vida contemporânea. Ao mencionar a “Geração gratidão” e uma “sociedade dopada de prozac e rohypnol”, a música aponta para a superficialidade das redes sociais e a medicalização das emoções. O verso “E que o moleque amarrado no poste, não come sashimi de atum” denuncia desigualdades sociais e violência urbana, evidenciando o contraste entre diferentes realidades. As referências a artistas como Mondrian, Matisse, Basquiat e Soulages reforçam a importância da arte como resistência e expressão em meio ao caos. O tom direto e descontraído aparece no desejo de viver intensamente, como em “Quero a geladeira cheia, expressar-me por inteiro” e “só por hoje a noite, que se foda o amanhã”, sugerindo uma celebração da vida apesar das adversidades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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