Veneno
BrazzaOg
Conflito social e resistência em "Veneno" de BrazzaOg
"Veneno", de BrazzaOg, aborda de forma direta o conflito entre jovens da periferia e a elite, representada pelos "playboyzin". A letra evidencia o incômodo com a ostentação e a desigualdade social, como no verso: "Cara de nojo, só porque eles comem o que eles querem, mané". O artista adota um tom crítico e urbano, mostrando a revolta diante dos privilégios e a distância entre as realidades. Ao longo da música, BrazzaOg assume uma postura de resistência, expressa em versos como "vivendo o veneno, mantendo a postura, frieza na cara". Aqui, o "veneno" simboliza tanto as dificuldades do cotidiano quanto a atitude necessária para sobreviver em um ambiente hostil.
A música também discute a relação com o crime e a violência como resposta à exclusão social, sugerindo que a criminalidade pode ser vista como uma alternativa para quem não tem acesso aos mesmos privilégios: "Eu saco a peça e vira meu, playboy vacilou perdeu". O uso de marcas de luxo, como "Dior" e "corrente de prata", ironiza o desejo de status e consumo, mostrando que o respeito é buscado mesmo sem fama ou dinheiro. No final, xingamentos como "filhote de urubu" e "filhote de deputado", além da repetição de "racista", reforçam a crítica à elite e ao racismo estrutural. "Veneno" se destaca como um retrato cru das feridas causadas pela desigualdade e discriminação nas periferias.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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