
Chamarrita Zaragateira
Brigada Victor Jara
Tradição e humor cotidiano em “Chamarrita Zaragateira”
“Chamarrita Zaragateira”, da Brigada Victor Jara, destaca-se por retratar de forma leve e bem-humorada a vida comunitária açoriana, especialmente através da figura das “chocalheiras” – pessoas conhecidas por espalhar fofocas na vila. A letra compara o hábito de comentar a vida alheia a um “rosário que rezam”, sugerindo que a fofoca faz parte da rotina diária, quase como um ritual coletivo. Essa abordagem mostra como a música utiliza elementos do cotidiano para criar identificação e humor, aproximando o ouvinte da realidade das pequenas comunidades.
A escolha da chamarrita, dança tradicional dos Açores, reforça o compromisso do grupo em valorizar e reinterpretar a música popular portuguesa. O tom descontraído aparece em versos como “Quando eu comecei a amar / Foi numa segunda-feira / Fui amando e fui gostando / Levei a semana inteira”, que misturam romance e cotidiano de forma simples e divertida. Ao afirmar “Esta é que é a chamarrita / São garrafas, não são bilhas / E aqui está como se canta / A chamarrita das ilhas!”, a canção celebra a autenticidade das festas insulares e convida todos a participar desse espírito alegre e comunitário, diferenciando o que é genuíno do que é apenas imitação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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