
It Was Written In Blood
Bring Me The Horizon
Reflexão sobre morte e sofrimento em “It Was Written In Blood”
Em “It Was Written In Blood”, o Bring Me The Horizon se inspira na história real do poeta Sergei Yesenin, que escreveu sua nota de suicídio com o próprio sangue. Essa escolha traz um tom brutal e autêntico à música, reforçando o tema da mortalidade. O verso repetido “It was written in blood” faz referência direta ao ato de Yesenin, mas também simboliza decisões marcadas por sofrimento extremo, tornando a morte algo ritualístico e inevitável.
A letra encara a morte como parte do ciclo natural da vida, como mostra o trecho “Like roses, we blossom, then die” (“Como rosas, florescemos e depois morremos”). Essa metáfora destaca a transitoriedade da beleza e da vitalidade, lembrando que a decadência é um destino comum. Já o verso “Let's have no sadness, furrowed brow / There's nothing new in dying now” (“Não vamos ficar tristes, nem franzir a testa / Não há nada de novo em morrer agora”) sugere resignação, tratando a morte como algo corriqueiro. O tom sombrio e direto, aliado à referência explícita ao suicídio, transmite desamparo, mas também uma compreensão sobre a finitude da existência. A frase final, “I love the sound of breaking bones” (“Eu amo o som de ossos se quebrando”), expressa um fascínio cru pelo autodestrutivo, intensificando o clima de desesperança e fatalismo que marca toda a faixa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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