
Revolucion
Brujeria
Crítica política e resistência em "Revolucion" de Brujeria
"Revolucion", da banda Brujeria, faz uma crítica direta e provocativa ao governo mexicano dos anos 1990, especialmente ao domínio do Partido Revolucionário Institucional (PRI). A letra associa o PRI ao comunismo e ao satanismo, usando essa provocação para denunciar a corrupção e a opressão estatal. O tom da música é de confronto, chamando o ouvinte à resistência armada, como nos versos “Con machetes - armanse” (Com facões – armem-se) e “Ejercitos indios - zapatistas” (Exércitos indígenas – zapatistas). Essas referências conectam a música ao contexto real do levante indígena em Chiapas, liderado pelo Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN) e pelo Subcomandante Marcos, reforçando o apelo à luta contra a opressão.
A letra também utiliza expressões como “topos guerrilleros” (toupeiras guerrilheiras) para se referir aos combatentes clandestinos, sugerindo a necessidade de agir de forma estratégica e discreta. Ao exaltar figuras como Emiliano Zapata e ao gritar “Viva Zapata, Viva Chiapas, Viva Mexico, Viva la revolucian”, a música reforça o espírito revolucionário e a ideia de que a luta é nacional. O questionamento “Quieren ser ratas or quieren ser hombres” (Querem ser ratos ou querem ser homens) desafia a passividade e incentiva a coragem e a ação coletiva. Assim, "Revolucion" se destaca como um hino de protesto, incitando a insatisfação popular e a mobilização contra estruturas de poder consideradas corruptas e opressoras.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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