Janta e Põe a Mesa
Bruna Alimonda
Gestos cotidianos e afeto em "Janta e Põe a Mesa"
Em "Janta e Põe a Mesa", Bruna Alimonda utiliza metáforas culinárias para transformar gestos simples do cotidiano em símbolos de afeto verdadeiro. Ao comparar a presença do amado a uma refeição comum, como "a xepa na segunda-feira", ela valoriza o amor que se revela na rotina, mostrando que o sentimento genuíno está nos pequenos momentos compartilhados. O verso "tempero bom que faz arder de amar" reforça essa ideia, sugerindo que o amor, assim como uma comida bem temperada, aquece, provoca e deixa marcas profundas em quem o vive.
A canção também aborda a dualidade do amor, alternando entre opostos como "susto" e "grito", "silêncio" e "vício". Imagens como "calor de carnaval" e "nós dois na multidão" ilustram a intensidade e a energia dessa relação, conectando o sentimento à vivência coletiva e vibrante do carnaval brasileiro. Quando Bruna Alimonda fala em "suicídio da razão inteira", ela expressa a entrega total ao amor, onde a lógica dá lugar à emoção. As referências à culinária e ao carnaval reforçam o contexto cultural brasileiro, mostrando um amor popular, intenso e profundamente ligado às experiências simples do dia a dia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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