
Egbé Iya Nassô
Bruno Ribas
Força feminina e ancestralidade em “Egbé Iya Nassô”
“Egbé Iya Nassô”, de Bruno Ribas, destaca a importância de Iyá Nassô como figura central do Candomblé e símbolo do protagonismo feminino nas tradições afro-brasileiras. Ao chamá-la de “rainha do candomblé” e afirmar que o “Egbé é governado por mulher”, a música valoriza o papel das mulheres negras na preservação e transmissão da cultura e religiosidade afrodescendente, conectando a história de resistência do passado com o presente da comunidade.
A letra faz referência a orixás como Xangô, Oxóssi e Oxum, que representam bravura, justiça, proteção e acolhimento. Trechos como “Couraça de fogo no orô do velho ajapá” e “Rubro ventre de Oyó” evocam a força ancestral e a ligação com o reino de Oyó, origem de muitos rituais do Candomblé. Ao dizer “Sangue de preto é mais forte que a travessia!”, a canção ressalta a resiliência dos africanos e seus descendentes diante da diáspora e das adversidades históricas. Já “Preceito é herança sem martírio” valoriza a transmissão dos saberes religiosos como um legado de orgulho, sem sofrimento. O samba também exalta a Bahia como berço da revolução de Xangô e celebra a fé como semente que perpetua a identidade afro-brasileira. Assim, a música se firma como um tributo à ancestralidade, à força feminina e à resistência do povo negro no Brasil.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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