
Cerveja e Socorro (part. Clayton e Romário)
Bruno Rosa
“Cerveja e Socorro (part. Clayton e Romário)” e o SOS do bar
“Cerveja e Socorro (part. Clayton e Romário)”, de Bruno Rosa, transforma o bar em pronto-socorro emocional: cada pedido de bebida já é um pedido de ajuda. O gatilho é atual e concreto — uma foto no celular que, ao ser vista, termina com a tela trincada e o coração em frangalhos. A narrativa é direta: o sujeito descobre que “o amor da minha vida tá amando outro”, que ela “foi pedida em namoro” e, sem chão, tenta anestesiar a notícia com uma comanda que não para de crescer e com o tempo que se arrasta: “Hoje o dia teve 27 horas”. O refrão “cerveja e socorro” tem duplo sentido claro: é o grito ao garçom e um SOS emocional, marca típica da sofrência.
A letra contrapõe perdas materiais e afetivas para dimensionar a dor: “o prejuízo do meu celular quebrado não se compara ao meu coração que está só o caco” e o paralelo “Celular sem tela e eu sem amor”. As imagens hiperbólicas e irônicas — “27 horas”, “uns 40 xis” — reforçam a tentativa, falha, de esquecer. A parceria com Clayton e Romário amplia o clima de desabafo coletivo, com vozes que se revezam como amigos de balcão. No clipe, o cenário de bar e balcão reforça esse imaginário. No fim, a canção encena um rito clássico do sertanejo: ver quem se ama seguir com outra pessoa e responder com bebida, humor amargo e um pedido desesperado de ajuda.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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