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Mágoa de Boiadeiro (part. Ricardo Pereira)

Bruno

Mudanças e saudade em “Mágoa de Boiadeiro (part. Ricardo Pereira)”

Em “Mágoa de Boiadeiro (part. Ricardo Pereira)”, Bruno retrata o impacto do progresso sobre a vida do boiadeiro, destacando a substituição do trabalho tradicional a cavalo pelos caminhões, chamados de "jamantas". Esse contraste entre o antigo e o novo não se limita à tecnologia, mas simboliza a perda de uma identidade e de um modo de vida. O verso “a marcha do progresso é a minha grande dor” resume esse sentimento de nostalgia e tristeza diante das mudanças trazidas pelo avanço das cidades e das estradas asfaltadas, tema também abordado no filme de mesmo nome.

A letra menciona elementos do cotidiano do boiadeiro, como o cavalo, o chapéu de aba larga, o berrante e o laço, que funcionam como símbolos de uma tradição em desaparecimento. O trecho “de tristeza dou risada pra não chorar de paixão” revela a tentativa do personagem de esconder a dor da perda com humor, mas a saudade permanece. Ao afirmar “não sou poeta sou apenas um caipira”, a música reforça a sinceridade e humildade de quem vê seu mundo se transformar. Dessa forma, a canção expressa um lamento universal sobre a passagem do tempo e a dificuldade de aceitar que certas coisas queridas não voltam mais.

Composição: Nonô Basílio, Índio Vago. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.

Enviada por Gustavo. Legendado por Gustavo. Revisões por 2 pessoas. Viu algum erro? Envie uma revisão.

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