
Jabuti
Cacuriá de Dona Teté
Duplo sentido e irreverência em "Jabuti" do Cacuriá de Dona Teté
Em "Jabuti", do Cacuriá de Dona Teté, o jabuti é usado como metáfora para situações cotidianas cheias de duplo sentido e irreverência, características marcantes do cacuriá. O verso “Jabuti sabe ler, não sabe escrever / Ele trepa no pau e não sabe descer” brinca com a imagem do animal, tradicionalmente visto como lento e desajeitado, para sugerir pessoas que se metem em situações das quais não sabem sair, seja por inexperiência ou ingenuidade. No contexto do cacuriá, essa metáfora ganha um tom sensual e bem-humorado, já que a expressão “trepa no pau” pode ser entendida tanto literalmente quanto como uma insinuação sexual, reforçando o uso de expressões ambíguas e picantes típico do gênero.
A repetição dos versos e o refrão “lê, lê, lê, lê, lê, lê” criam um clima de brincadeira e descontração, comum nas festas populares do Maranhão. Expressões como “Tô entrando” e “Tô saindo” destacam o caráter performático e interativo da dança, sugerindo movimentos de aproximação e afastamento, que podem ser interpretados tanto como parte da coreografia quanto como insinuações de flerte. Dessa forma, a música celebra a alegria, a irreverência e a liberdade de expressão do cacuriá, valorizando a cultura popular maranhense e o protagonismo feminino do grupo Cacuriá de Dona Teté.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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