
MEU CAMINHO (part. Ryan Pablo, Sxmu10 e Jotaverlk)
Caio Luccas
Superação e fé em "MEU CAMINHO" diante do preconceito
Em "MEU CAMINHO (part. Ryan Pablo, Sxmu10 e Jotaverlk)", Caio Luccas e seus parceiros transformam vivências de preconceito e exclusão em mensagens de fé e resistência. O verso “Mil cairão ao meu lado na guerra, mas eu não serei atingido” expressa a confiança na proteção divina, mesmo diante de ameaças reais, como a violência policial e o estigma social. Isso fica claro em “Polícia olha minha cara já logo me para falando que eu sou bandido”, uma referência direta ao racismo estrutural e à criminalização da juventude periférica. A letra se conecta ao contexto social dos artistas, mostrando a luta diária por respeito e espaço na sociedade.
A música também aborda batalhas internas, refletindo as "neuroses" e paranoias que Caio Luccas destaca no álbum "Apocalipse". Trechos como “Às vezes pergunto se Deus tá ouvindo / Ultimamente o que eu tô sentindo / O circo queimando e o palhaço rindo” revelam dúvidas, solidão e a busca por sentido em meio ao caos. A saudade, a desconfiança e o ambiente hostil são enfrentados com o apoio da família, dos amigos e da fé. O refrão e as menções a dinheiro, festas e relacionamentos mostram o risco de se perder em ilusões, mas a letra reforça a importância de não se deixar consumir por isso: “É que esse dinheiro de trap não pode me consumir”. A colaboração entre os artistas amplia a visão sobre a realidade da periferia, destacando a sobrevivência, a lealdade e a união como caminhos para superar desafios.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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