
Atlas
Caio Ocean
Refúgio e vulnerabilidade em "Atlas" de Caio Ocean
Em "Atlas", Caio Ocean utiliza a figura mitológica de Atlas para expressar o peso das responsabilidades e a sensação de isolamento diante das expectativas externas. O verso “Me sinto Atlas, carrego o mundo nas costas” faz referência direta ao mito do titã condenado a sustentar o céu, simbolizando o fardo emocional e social que o artista sente. Esse peso se manifesta no cansaço e no desejo de se afastar, como mostram os trechos “quero ficar deitado no quarto” e “pra evitar conflito, eu vou me fechar no meu abrigo”, indicando a busca por um espaço seguro, longe de cobranças e conflitos.
A música também aborda a dificuldade de lidar com sentimentos e a pressão para se encaixar em padrões. Em “Parece que eu sou adolescente, repetindo o que eu vi na TV”, Caio Ocean faz uma autocrítica, reconhecendo uma possível imaturidade, mas também ironiza as críticas externas, mostrando como se sente preso às expectativas dos outros. O verso “Eu sei que até Jesus chorou, mas eu não vou chorar” destaca a resistência em demonstrar vulnerabilidade, mesmo sabendo que até figuras consideradas fortes sofrem. O tom direto e honesto da letra transmite exaustão emocional e a tentativa de se proteger em um “mundo de plástico”, criado para evitar o desgaste das relações e das cobranças sociais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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