
O Pobre e o Rico
Caju & Castanha
Desigualdade social e cotidiano em “O Pobre e o Rico”
A música “O Pobre e o Rico”, de Caju & Castanha, usa a embolada para expor de forma direta e bem-humorada as desigualdades sociais no Brasil. A letra vai além da simples comparação de bens materiais, mostrando como a diferença de classe afeta todos os aspectos da vida, desde alimentação até lazer e educação. Um dos versos mais marcantes, “Aonde o rico bota o dedo o pobre não bota o pé”, resume a exclusão dos mais pobres de espaços e oportunidades reservados à elite.
A canção apresenta exemplos concretos do cotidiano: enquanto o rico “come caviar, come picanha filé”, o pobre “come bolacha, tripa de porco e sardinha”; o filho do rico “sai com sua gata pra passear de santana”, já o filho do pobre “vai passear de jumento”. O humor e a ironia aparecem em versos como “a saia tem mais buraco que tábua de pirulito”, suavizando a crítica, mas sem perder a força da denúncia. O contexto dos artistas, vindos das feiras populares do Nordeste, reforça a autenticidade da mensagem. Ao mostrar que a desigualdade vai além do dinheiro, atingindo dignidade, sonhos e expectativas, a música transforma situações comuns em um retrato forte das barreiras sociais brasileiras.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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