
O Poder Que a Bunda Tem
Caju & Castanha
Crítica social e humor em “O Poder Que a Bunda Tem”
A música “O Poder Que a Bunda Tem”, de Caju & Castanha, utiliza o humor e a embolada para abordar de forma crítica a valorização e a exploração do corpo feminino na sociedade brasileira, especialmente das nádegas. Apesar do tom descontraído, a letra revela como esse atributo físico se tornou um símbolo de poder social, influenciando padrões de beleza, relacionamentos e até oportunidades profissionais. O refrão repetido, “O poder que a bunda tem”, reforça a ideia de que a aparência, em especial a bunda, muitas vezes se sobrepõe a outras qualidades femininas.
A dupla faz críticas diretas à objetificação da mulher, ironizando situações em que a preferência por “bunda grande e bem feita” é mais valorizada do que a beleza ou outras características. Isso fica claro em versos como “Mulher pra ser cobiçada não é preciso ser bela / Basta ter a bunda grande empinada como sela”. A música também destaca a presença constante do corpo feminino em propagandas e no comércio, como em “Comerciais de bebidas roupas cigarro e charuto / A mulher exibe a bunda no vídeo mais de um minuto”, apontando para a mercantilização da imagem da mulher. No final, a canção equilibra a crítica ao reconhecer o valor da mulher para além da aparência, chamando-a de “anjo atraente, admirada e querida / Zeladora da família uma jóia preferida”, valorizando seu papel social e afetivo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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