
Luz Ia (part. Ramon Souza)
CALMARÁ
Renascimento espiritual e brasilidade em “Luz Ia (part. Ramon Souza)”
“Luz Ia (part. Ramon Souza)”, de CALMARÁ, explora a transformação do fim em um novo começo, unindo espiritualidade e referências à cultura brasileira. O verso “O que vou sentir / Se a luz estava apagada sempre aqui?” expressa uma busca interior, em que a ausência de luz simboliza momentos de dúvida ou afastamento espiritual. A letra destaca imagens como “cor do céu e do mar” e “a flor mais bela e o caboclinho só ouvi cantar”, evocando uma forte ligação com a natureza e elementos da cultura indígena. A menção ao “curumim” reforça essa conexão, trazendo à tona temas de inocência e crescimento.
No trecho “Nunca nada viu / Cega sempre foi / Cruzou a vida e / Guardou só ilusão de breu / Morreu e fim”, a música aborda uma existência marcada pela falta de clareza espiritual e ilusões. Porém, a canção propõe uma reviravolta: “Mas o que é o fim / Para quem caminha no infinito? / O fim é só o começo”. Essa reflexão, junto à referência a “Cristo bem ali”, conecta a jornada de autodescoberta à fé cristã, sugerindo que a verdadeira iluminação surge ao reencontrar a espiritualidade. O refrão “Sem medo fui / Sem medo vou / Sem medo eu” destaca a superação do medo e a confiança adquirida após esse despertar. A participação do Coletivo Candiero e os elementos culturais brasileiros enriquecem a mensagem de reconexão com as raízes e com a fé.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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